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19.2.15

Tia Rute

Na verdade nunca foi minha tia directa, mas tia dos meus primos, do lado dos Oliveiras. Crescemos a chamar-lhe tia Rute e sempre nos habituámos à sua presença em todo o tipo de encontros familiares. Tinha uma voz aveludada e baixinha. Tinha um grande amor por felinos e sempre os tratou como verdadeiras pessoas. Era dotada daquele cuidado tão característico de uma tia. Quando todos os primos se juntavam e as brincadeiras aumentavam em maluqueira, recordo-me da sua sincera preocupação em que ninguém se aleijasse. Dizia ela: "Meninos!".
Perante a morte, aquilo com que mais me debato é a efemeridade da vida na terra. Num momento somos corpo presente, noutro Deus chama-nos à Sua presença. É um misto de choque e deslumbramento por tudo estar sobre o Seu controlo. Só no Senhor o fim pode ser o princípio. É lindo e assombroso.
Enche-me o coração imaginar a nossa querida tia Rute a entrar nos portões do Céu. Ela já conhece a glória do Salvador! E assim fico perdida em pensamentos sobre como será. Que privilégio ver a morte convertida em vida. Infinita.

4.11.14

Onde estou mesmo? II

Sobrinhos. Presentes de Deus, assim como os filhos. Sempre encarei a responsabilidade de tia como algo sério, que me deve comprometer a ser melhor e a dar o que de melhor tenho. Não só enquanto figura exemplar, mas também como figura presente, com tudo o que isso implica. Enquanto estivemos longe foi um desafio complicado e, por vezes, bem doloroso. Quando partimos para Berlim tínhamos dois sobrinhos, dos quais um mal conhecíamos. Regressámos com quatro. As bênçãos têm crescido na nossa família e, enquanto não contribuímos nós próprios para o alargamento destas bênçãos, empenhamo-nos na divertida e importante tarefa de tios. O privilégio de acompanhar a graça do Senhor que se manifesta de formas incríveis em seres tão pequeninos. Aquele cuidado e amor especial pelas crianças que Deus promete. Porque não incorporar em nós este amor pelas crianças que Deus trouxe à nossa família?
Nesta matéria de tios e sobrinhos, não vejo coisa melhor que orar por eles, dia após dia; vê-los crescer assustadoramente rápido; brincar com eles até à exaustão; aparvalhar e rir até cair para o lado; ouvir-lhes o choro ou a gargalhada contagiante; abraçá-los, esmagá-los e afins; deliciar-me a observá-los; alegrar-me com eles quando cumprem uma tarefa; ler-lhes os trabalhos de casa, as histórias encantadas ou apanhar-lhes os brinquedos. Ser tia está longe de se resumir a isto, mas agradeço a Deus cada bocadinho. Perdi vários momentos importantes na vida deles e só Deus sabe que outros momentos nos deixará presenciar. Mas por agora, encontrei outra âncora.

22.6.14

23.2.14

28 anos

Desta vez partilhados com quem não me poderia dar mais gosto fazê-lo: Rachel. Apenas com 6 dias de diferença de datas, decidimos fazer um convite bonitinho, chamar os amigos mais próximos e juntar as festas. Um noite agradável e uma festa de aniversário diferente do habitual. Longe da nossa família mas perto de alguns dos amigos que Deus nos tem dado, que ajudam a suavizar a distância.

21.2.14

A alegria de receber 8kg...

...só de coisas boas! Oh yeah.

Domingos

Tão abençoados.

6.12.13

24 hours of happy

Isto é lindo e contagiante!!

23.11.13

Dos sonhos

Que se concretizam aos bocadinhos, conforme a vida nos permite e segundo os planos do Criador. Costuma-se dizer que as coisas boas fazem-se esperar e eu esperei muito por ver este projecto pronto.

Feito a dois, com o nosso gosto e o código de um marido talentoso. É o concretizar de um sonho de há imenso tempo, num projecto que reúne trabalho de anos, nascido em 2009 e chamado Fotogamia. O futuro aparenta-se risonho e com outros projectos em vista. Assim Deus o permita. Por cá estamos empolgados, nesta cidade de artistas.

17.11.13

:)

Screen shot 2013-10-18 at 9.07.58 AM

4.11.13

Mamã

A que Deus me deu é tão especial e um exemplo de tantas facetas numa só mulher. Com quase 28 anos, continuo a desconhecer o segredo das suas capacidades. Costumo dizer que quando crescer quero ser como ela e a minha sogra juntas. As minhas maiores referências femininas. 
Chegou hoje aos 55, com uma doença que lhe limita o corpo mas o coração, persistente, mantém-se sempre bonito. Os seus desafios diários, que ultrapassam o físico e impossível de colocar em palavras, fazem-me admirá-la. Todas as lágrimas que já lhe vi rolar pelo rosto cansado e alegre, não me descansam o coração. Há tanto para concertar, tanto milagre para acontecer. Mas todos os sorrisos que lhe vi nascer nos lábios recordam-me o Deus omnipotente que caminha ao nosso lado. Para Quem os nossos impossíveis são a areia dos Seus pés.
Quero muito vê-la envelhecer feliz, confortada e tranquila. Sim, com aquelas capacidades que eu sei que só podem vir de uma Única Pessoa.

28.10.13

Papá

Permitindo Deus, há-de ser velhinho e eu a chamá-lo da mesma forma carinhosa que aprendi com ele. Papá. Sim, porque há palavras com um significado muito superior ao que é possível expressar-se. Foi o homem que Deus colocou na minha vida, escolhido para me ensinar, redarguir, corrigir e instruir, assim como o Pai. Tem sido um exemplo maior que tudo, a par da querida mamã.
Que o Senhor o cuide e guarde, nas suas mãos fortes. Só Ele conhece as minhas orações e os desejos que tenho de mais íntimos para a sua vida. E feliz, que ele seja sempre, sempre feliz.    

22.10.13

Patusca e Poetix

Duas das amizades intemporais que guardamos no coração. Há sempre tanto para conversar, recordar, gozar, memorizar, que todo o tempo que passamos com eles, é cheio e bem-disposto. Até no silêncio, aquele conforto de quem nos diz muito, por tantos motivos. Amizades que não partilham todos os nossos ideais mas que reconhecem a diferença que fazemos e eles em nós.
Foram apenas 4 dias, mas os suficientes para acalmar as saudades e relembrar todos os motivos pelos quais os trouxe no coração para Berlim. Mais um punhado de histórias para contar, isso sim!

4.9.13

Família Huggins

Foram a primeira amizade que fizemos, desde que nos integrámos na IBCB. É uma amizade em constante crescimento. Impressionante como há pessoas que, tendo histórias tão diferentes, podem ter tanto em comum connosco. Dizemos-lhes, em tom de brincadeira, que passam bem por portugueses. Ficar horas a fio na conversa não é difícil e as gargalhadas enchem a casa a cada minuto. Vemos a possibilidade de abrir a nossa casa como um privilégio {sobretudo tendo em conta os nossos primeiros meses em Berlim} e sabe bem todo o cuidado que empenhamos. Quando a casa volta a ficar silenciosa, sobra uma paz adocicada. É recompor a casa, com uma sensação leve e feliz. A nossa gratidão é ainda maior nestes pequenos detalhes. Ver o dia terminar, com um coração cheio e um sorriso nos lábios.

20.8.13

Na semana passada...

Vietnam Village, mangos lassi, sabores intensos e abelhas aos montes.
                                    Memorial do Holocausto.



Passeios verdes.

Berlim em festa.
Lanches na relva. 
Bundestag.
Casa cheia, coração alegre.
Colo, brincadeiras, gargalhadas. Primices!
E mimos. :)